Olá amigos. O macabro animal antedito no livro de Daniel, (Dn.7:7) inequivocamente condizendo ao Império Romano, é também mencionado na peça literária de João, apóstolo e co-fundador da igreja cristã. Seus capítulos 12 e 13 situam duas bestas, desassemelhando-se no aspecto da cor mas formando um mesmo ideário. Um mesmo projeto de poder. Qual a razão nesta diferenciação? Ambas, uma avistada sob um sinal no céu e outra emergindo do mar, possuíam sete cabeças, dez chifres e diademas sobre estes. (Ap.12:3 13:1) O tom escarlate aplicado por referencial distinguindo a primeira, não é por acaso. No prosseguimento da narração salientando ocorrências subsequentes, a matiz tem o mesmo sentido conotativo para indicar o cunho nas ações sendo desencolvidadas. Portanto, mais que ilustrar o espectro sanguinolento, o símbolo pretende evidenciar um ...
Olá, amigos. Nos três primeiros séculos sangrentas perseguições foram infligidas contra cristãos sob a fase pagã do romanismo, ilustrado profeticamente sob figura de um pestilento e mortífero animal, cuja atuação evidencia como rejeição à Deus e Sua verdade pode moldar de muitas maneiras o comportamento no mundo. Apesar da condição adversa, conservaram irretocável sua fidelidade a valores e princípios espirituais genuínos, porém havia uma predição antevendo mudanças de postura e tal se confirmou com a promíscua institucionalização do cristianismo em 313 a.d. Á época desse incidente, discorrido na série santuário em capítulos anteriores, enfrentava, a até então pomposa Roma, grave crise socioeconômica, desestabilizando todo o império; falência deflagrada em razão de diversos fatores mas também contando-se entre estes a atenção voltada ao movimento cristão anteriormente a Constantino, dispendendo grandes somas do tesouro nacional em campanhas militare...