O teor do seu conteúdo, invariavelmente impela o fidedignamente honesto pesquisador à reflexão e auto análise, demanda de alta complexidade, em face da susceptibilidade do espírito humano às sugestões dos interesses pessoais; em absoluto montante disfarçadas de intenção virtuosa, assim incutindo o ludibrio. Estes dois prodigiosos escopos transportam o inquiridor às mais longínquas e insondáveis fronteiras do âmago, suscitando lá o crucial questionamento: Quem de verdade, no íntimo, irrefutavelmente é ele? Com que materiais verdadeiramente se constrói o seu interior?
Um revolucionário processo consciencial, infalível promotor de índole louvável e aprovável perante a justiça, nos homens é imprescindível seja exercido de maneira límpida e incisiva, pois nele reside viabilidade para adequação de pleitear o passaporte de entrada no perfeito reino da glória.
Paulo relata ali resultados por ele obtidos a partir de prescrutadora sondagem empreendida para dentro de si próprio, e o que constata nesta experiência deixa-o sobremodo perturbado. Quando isso genuinamente permitiu-se fazer, pode então perceber integralmente a substância dos estimulos gerando sua personalidade, e sob um prisma ainda mais aterrador, conseguiu enxergar-se precisamente pela maneira como Deus nos observa e nos examina, produzindo isso nos lábios do apóstolo aquela angustiante exclamação: "Miserável homem que sou, quem me livrará dessa morte?" (Rm.7:24)
O ser humano comumente faz um recorte da realidade, como se olhasse por uma janela, e busca enxergar ali o quer ele mesmo quer ver; insuflado por razões, paixões e interesses pessoais.
O livro de Jeremias exprime uma exortação, impressa em palavras como que descrevendo um apelo drástico e contundente, a que com solene e imprescindível critério seja aplicada atenção sobre uma particularidade constando no plano remissivo dos pecadores, e de imensurável significado para Deus: "Enganoso é o coração (o íntimo da mente) mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá? Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos, e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto de suas ações" (Jr.17:9,10) Salomão adverte que: "Como águas profundas são os propósitos do coração do homem" (Pv.20:5a) E que: "Aquele que confia em seu próprio coração é insensato"(Pv.28:26) Porque "Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos mas, o Senhor pesa o espírito" (Pv.16:2)
A sistemática linha de raciocínio caracterizando todos os escritos Paulinos segue fielmente as fundamentais diretrizes aplicadas pelo Mestre Jesus no ensinamento aos homens, dando ênfase à conduta pelo prisma do coração.
Paulo era homem extremamente versado. Altamente graduado nas três principais culturas contemporâneas a si: Grega, Romana e Judaica. Erudições estas com influência sobre o conhecimento até aos dias de hoje, nos mais variados campos educacionais.
Podemos afirmar ter sido ele, em equivalência, três vezes doutor.
Religioso de berço e diligente pesquisador das Escrituras Sagradas.
Mesmo possuindo amplo e vasto domínio da teologia, após seu famoso encontro com Jesus na estrada para Damasco, isola-se, e por mais de três anos entrega-se ao estudo reavaliando pormenorizadamente todo conhecimento por ele absorvido até então.
Religioso de berço e diligente pesquisador das Escrituras Sagradas.
Mesmo possuindo amplo e vasto domínio da teologia, após seu famoso encontro com Jesus na estrada para Damasco, isola-se, e por mais de três anos entrega-se ao estudo reavaliando pormenorizadamente todo conhecimento por ele absorvido até então.
Era sem dúvida um adepto do saber. Sua mente era de tal forma decente e digna, que não se conformava entender algo pela metade. Não julgava confiável o sentimento de plenitude, não corroborado este por base devidamente certificada e comprovada. Por ser detentor de tal nobre característica é que foi chamado para efetuar tão vultosa obra, que com esmero impecável de fato realizou. São raríssimos os que não se deixam envenenar pela corrupção do ego quando incumbidos de um encargo importante. Paulo se destaca pela honestidade intelectual, mas falhou num ponto específico. Por vezes se deixou levar pela inclinação humana, como por exemplo na sua derradeira prisão. Fez votos com base em ministrações que ele próprio havia combatido, entrando no templo mesmo aconselhado que tal não o fizesse, e lá foi apanhado pelas autoridades o buscando. Tivesse atendido a voz da razão e quem sabe seu ministério se prolongasse um pouco mais. A biografia de João Batista é um exemplo de procedimento nesse sentido. Sua pessoa jamais extrapolou em importância a magnitude da missão pendente sobre si. Quando maior parte dos discípulos o deixaram seguindo a Jesus, poderia entristecer-se, julgando-se diminuido. Mas neste homem extraordinário a causa defendida estava acima de tudo. Disse, alegremente, sobre essa situação: "convém que ele cresça e eu diminua". Poucos reagiriam dessa maneira.
A carta endereçada aos Romanos foi escrita nos momentos finais de uma extensa carreira missionária; após décadas com centenas de pregações e viagens.
Mas é, entretanto, nesse momento de sua larga experiência no exercício de suas convicções, testadas e provadas diariamente, que Paulo passou compreender efetivamente o sentido legítimo das palavras de Jesus nos alertando para a indispensável carência de um novo nascimento para a fé, partindo unicamente do coração.(Jo.3:3)
Vividamente compreende, nessa altura da vida, que toda prática, todo esforço próprio por ele concentrado ao exercício de sua profissão religiosa, teria sido de pouca valia caso seu coração não estivesse atrelado aquele propósito, comandando-lhe as ações, e, isto, seria o fator determinante para sua aprovação perante o Céu.
Percebe agora quão vagos poderiam tornar-se os auto conceitos humanos concernentes ao seu próprio perfil de pessoa.
Deus, ao criar o homem, concedeu-lhe duas peculiaridades: Raciocínio, permitindo-lhe a contemplação, bem como também a soberana de todas as virtudes: o livre arbítrio.
Essa faculdade classifica os homens transcendendo-os à excepcionalidade entre as demais obras criadas, isto exatamente pela prerrogativa que sobre eles incide conferindo-lhes direitos de autonomia sobre todas as suas escolhas próprias.
Deus o fez "Segundo Sua imagem e semelhança"(Gn.1:27) Imagem, do ponto de vista físico, e semelhança no âmbito da construção interior.
Era o homem, nos seus primórdios, imaculado na mente.
Posto na terra como administrador da obra Divina, usufruía de liberdade para ir e vir, porém isto implicaria em responsabilidades sobre seus atos.
Interessante considerar que, instantaneamente após seu pecado, aquela original condição mental, como num flash, radicalmente se transforma.
A natureza Divina, infalivelmente reta, foi surrupiada tomando-lhe lugar certa inclinação tendenciosa que, alojando-se no seu íntimo, passa agora também influenciar sobre seus passos dados.
Vamos entender bem esta situação.
No Éden foi posta uma árvore, e sobre ela especiais restrições quanto ao uso do seu fruto.
Muito provavelmente não se tratava de uma planta com estrutura genética diferente das outras.
Percebe agora quão vagos poderiam tornar-se os auto conceitos humanos concernentes ao seu próprio perfil de pessoa.
Deus, ao criar o homem, concedeu-lhe duas peculiaridades: Raciocínio, permitindo-lhe a contemplação, bem como também a soberana de todas as virtudes: o livre arbítrio.
Essa faculdade classifica os homens transcendendo-os à excepcionalidade entre as demais obras criadas, isto exatamente pela prerrogativa que sobre eles incide conferindo-lhes direitos de autonomia sobre todas as suas escolhas próprias.
Deus o fez "Segundo Sua imagem e semelhança"(Gn.1:27) Imagem, do ponto de vista físico, e semelhança no âmbito da construção interior.
Era o homem, nos seus primórdios, imaculado na mente.
Posto na terra como administrador da obra Divina, usufruía de liberdade para ir e vir, porém isto implicaria em responsabilidades sobre seus atos.
Interessante considerar que, instantaneamente após seu pecado, aquela original condição mental, como num flash, radicalmente se transforma.
A natureza Divina, infalivelmente reta, foi surrupiada tomando-lhe lugar certa inclinação tendenciosa que, alojando-se no seu íntimo, passa agora também influenciar sobre seus passos dados.
Vamos entender bem esta situação.
No Éden foi posta uma árvore, e sobre ela especiais restrições quanto ao uso do seu fruto.
Muito provavelmente não se tratava de uma planta com estrutura genética diferente das outras.
O que lhe diferenciava dentre as demais era a proibição pertinente ao seu consumo, e tal pormenor é o que deve ter chamado a atenção do homem, que, inexplicavelmente, a desejou e através disso contaminou seu coração e sua relação com o Céu.
Deus visitava o jardim em tempos preestabelecidos, conforme dá a entender o relato Bíblico.
Ao chegar, na costumeira hora, não avistou o casal que até então o recebia com entusiasmo e efusiva alegria.
Foi preciso chama-lo por nome para que se apresentasse, lhe fazendo a pergunta: Que fizeste? Lógico que tinha conhecimento de todo o ocorrido alí.
Deus visitava o jardim em tempos preestabelecidos, conforme dá a entender o relato Bíblico.
Ao chegar, na costumeira hora, não avistou o casal que até então o recebia com entusiasmo e efusiva alegria.
Foi preciso chama-lo por nome para que se apresentasse, lhe fazendo a pergunta: Que fizeste? Lógico que tinha conhecimento de todo o ocorrido alí.
Estava sim ofertando uma oportunidade de contrição e confissão necessária por parte do transgressor naquele momento.
Mas, que fez Adão? Acuado pela certeza de não poder esquivar-se de Deus nem tampouco escusar o delito cometido, intentou atribuir ao próprio Deus a responsabilidade do erro! "A mulher que me deste... Me deu o fruto e comi" (Gn.3:12)
Procurou então o Salvador em Eva a oportunidade e espaço para arrazoamento entre ambos, porém ela se utiliza do mesmo artifício usado pelo marido: "A serpente me enganou e eu comi" Subliminarmente a acusação: Porque fizeste a serpente? Porque permitis-te frequentar o jardim?
Triste realidade.
Quão rapidamente aquela semente lançada por Satanás germina, cresce e frutifica.
Instala-se nos primeiros pais repassando-se inexoravelmente à sua posteridade.
A crise do Éden não se tratava meramente de um ato isolado, praticado de modo relapso, inconsequente.
Se tratava sim de ações envolvendo intenção, dolo, malícia. Ponderemos no fato.
A crise do Éden não se tratava meramente de um ato isolado, praticado de modo relapso, inconsequente.
Se tratava sim de ações envolvendo intenção, dolo, malícia. Ponderemos no fato.
Eles não haviam sido feitos assim, mas agiram deliberadamente, espontaneamente; influenciados pela imperceptível inclinação incubada no seu novo caráter, caráter este moldado pelo diabo e inerente a si próprio. Ludibriados por esta desconhecida situação interior intentaram justificar o injustificável. "Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu, e deu também ao seu marido, e ele comeu"(Gn.3:6)
A Bíblia relata o episódio da queda e suas motivações de forma sucinta, entretanto para além destes registros ela se resguarda de linguagem explícita que detalhem o mecanismo pelo qual mentes virtuosas em seu mais elevado grau decaíssem daquele estado.
O que é possível extrair-se nesse sentido são mediante a obviedade das evidências que a linguagem nos viabiliza. O bem e o mal em seus respectivos complementos são dois campos separados pela justiça, posta como linha demarcatória entre ambos.
O texto inicia pelo flagrante no homem observando e admirando aquela árvore, assinalando estar nessa atitude o início de todo sequencial do episódio em questão.
Afirma estarem ali, parados em frente a ela, dentro do campo do bem, certamente curiosos sobre os intuitos lhe envolvendo.
Conheciam perfeitamente todos os motivos destes propósitos, mas seu primeiro erro consistiu em desconsiderar a relevância e magnitude dos mesmos; caso contrário nem próximos dela teriam passado. Aqueles seguimentos do campo do mal tem a sedução como principal recurso para sorrateiramente insinuar-se aos rudimentos opostos a si.
Se conseguir atingir o estágio de despertar a atenção, sua argúcia fatalmente os enredará, e foi exatamente assim que aconteceu ao primeiro casal.
Conheciam perfeitamente todos os motivos destes propósitos, mas seu primeiro erro consistiu em desconsiderar a relevância e magnitude dos mesmos; caso contrário nem próximos dela teriam passado. Aqueles seguimentos do campo do mal tem a sedução como principal recurso para sorrateiramente insinuar-se aos rudimentos opostos a si.
Se conseguir atingir o estágio de despertar a atenção, sua argúcia fatalmente os enredará, e foi exatamente assim que aconteceu ao primeiro casal.
Desviando-se seus olhos por breves instantes das contemplações positivas ali embutidas, automaticamente se gerou a cisma que os transportou ao pensamento que conteria aquele fruto perspectivas além das admitidas pela justiça, inflamando-os a ilicitamente toma-lo como se fora isto uma necessidade insubstituível.
Perceba-se que a narrativa do texto patenteia o desejo localizado antes da ação, caracterizando-o e penalizando-o delituoso. A imperceptível intenção foi que os levou ultrapassar os limites do campo proibido, e lá, do outro lado, agir em inerência aos característicos daquele.
Inclinaram-se voluntariamente à eclosão de um desejo, e este, gera a disposição que acaba confirmando a ambos como resultado único.
Em outras palavras: Permitiram- se serem convencidos pelas ilações do diabo em lugar ás claras normas Divinas.
Perceba-se que a narrativa do texto patenteia o desejo localizado antes da ação, caracterizando-o e penalizando-o delituoso. A imperceptível intenção foi que os levou ultrapassar os limites do campo proibido, e lá, do outro lado, agir em inerência aos característicos daquele.
Inclinaram-se voluntariamente à eclosão de um desejo, e este, gera a disposição que acaba confirmando a ambos como resultado único.
Em outras palavras: Permitiram- se serem convencidos pelas ilações do diabo em lugar ás claras normas Divinas.
Paulo assevera que "Tudo o que não provém da fé (Amor, fruto do coração) é pecado" (Rm.14:23)
Ele não recicla atos aqui, mas engloba absolutamente tudo.Todas as coisas.
Entenda-se estarem envolvidas nesta sentença até mesmo ações com aparência de exato louvor.
Entenda-se estarem envolvidas nesta sentença até mesmo ações com aparência de exato louvor.
Certo erudito em religião, que, se com boa ou duvidosa intenção não fica bem claro, interpela Jesus referindo-se a vida eterna, recebe do Mestre como resposta outra pergunta "Que está escrito na Lei? Como interpretas? A isto ele respondeu: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Então Jesus lhe disse: Respondeste corretamente; faze isto e viverás." (Lc.10:26-28) Observe-se no diálogo o apoio dado por Jesus ao exercício prático dos Mandamentos da Lei quando condicionado por intenções advindas diretamente do coração, outorgando a tal proceder aprovação da parte dos Céus relativamente a esta conduta.
Em outra citação Bíblica sobre a Lei encontrada no Novo Testamento, Jesus se refere a Sua observância valendo-se de certas arguições "Ouvistes o que foi dito aos antigos: Não matarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento. Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela" (Mt.5:21,22,27,28) Podemos montar uma paráfrase do quadro apresentado por Jesus desta maneira: Certo alguém não ousou tirar a vida do ofensor em vingança pelo agravo recebido, mas guarda o ressentimento, e com isto, de igual forma, viola a Lei.
Certo alguém, independentemente da razão, não traiu sua esposa consumando o ato com outra mulher que lhe agradou os sentidos, mas ao vê-la, no íntimo o deseja realizar, igualmente transgredindo o mandamento, tornando-se culpado e réu.
Foi esta a constatação de Paulo, esboçada nos capítulos 7 e 8 de Romanos, motivando-o a tão intensa perplexidade. Ele questiona:"É a Lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não teria conhecido o pecado senão por intermédio da Lei, pois não teria eu conhecido a cobiça se a Lei não dissera: Não cobiçarás" (Rm.7:7)
Foi esta a constatação de Paulo, esboçada nos capítulos 7 e 8 de Romanos, motivando-o a tão intensa perplexidade. Ele questiona:"É a Lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não teria conhecido o pecado senão por intermédio da Lei, pois não teria eu conhecido a cobiça se a Lei não dissera: Não cobiçarás" (Rm.7:7)
Depara-se diante de um intrigante paradoxo.
Fora educado desde a meninice dentro dos mais rígidos padrões que observam total subserviência ás questões religiosas, e ardentemente primava por trilhar tal resolução.
Fora educado desde a meninice dentro dos mais rígidos padrões que observam total subserviência ás questões religiosas, e ardentemente primava por trilhar tal resolução.
De repente conclui ter sido todo o empenho de uma longa vida de obediência a uma versão interpretativa, algo absolutamente nulo quando contraposto ao espírito do seu real sentido e significado. Compreendeu claramente sua total impotência e inoperância diante da força exercida pelo pecado implantado no âmago humano a partir de sua natureza própria. "Porque o pecado, prevalecendo-se do Mandamento, pelo mesmo Mandamento me enganou e me matou"(Rm.7:11)
Poucos de verdade conhecem os objetivos e finalidades da Lei estabelecida por Deus, colocando-se diante Dela de modo devido.
Ele não nos deu a conhecer Sua lei com o fim de pensarmos estarem contidos nela prerrogativas capazes de nos absolver dos nossos pecados, nos esconder deles ou mesmo acoberta-los.
Ela ficou como indicativo daquilo que obrado se torna pecado.
Através dos seus ditames ficam evidenciadas as diferenças existentes entre lícito e ilícito; entre virtudes e defeitos; verdade e mentira; bem e mal.
Nenhuma entre as mais severas censuras encontradas na Bíblia é tão incisiva quanto a que consta na carta para a morna Laodicéia, pois se auto proclamavam: "Rico e abastado estou, e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que és infeliz, sim, pobre, cego e nu"(Ap.3:17)
O apóstolo afirma que "Cristo é o fim da Lei para justiça de todo aquele que crê" (Rm.10:3) e que "O homem é justificado pela fé, independentemente das obras da Lei" mas porém "De maneira nenhuma anulamos a Lei pela fé mas, pelo contrário, pela fé a estabelecemos"(Rm.3:28,31)
A contraposição das afirmações contidas nestes e outros textos similares até soam como contradições destituídas de nexo, mas pronunciadas foram por uma entre as maiores autoridades no assunto, e que, ao dissertar sobre o tema não necessitava porem-nos em sequência ordenada, o que para nós, pessoas comuns, exige empenho para compreender.
Transparece que quando discorria sobre o assunto, esse fluía de acordo com outra situação Bíblica: Ele próprio comparecendo diante do tribunal celeste.
Ali encontram-se presentes o Pai eterno na função de juiz, o Filho como advogado, os anjos do Céu como jurados e testemunhas, a Lei como promotor de justiça, e como inquérito o registro fiel das obras do indivíduo contidas em livros designados para tal e também mencionados na Bíblia.
O primeiro passo é a citação daquele registro respectivo ao réu, acontecimento por acontecimento, sendo estes contrapostos aos preceitos todos contidos na Lei.
Observe-se aqui que, com base nas obras do homem, possui a Lei em síntese duas funções elementares: tanto o acusa como também testemunha a seu favor.
Posto um item em pauta para acareação, passa ele cuidadosamente agora por criterioso exame: As circunstâncias todas a envolve-lo em seus motivos e causas.
Poucos de verdade conhecem os objetivos e finalidades da Lei estabelecida por Deus, colocando-se diante Dela de modo devido.
Ele não nos deu a conhecer Sua lei com o fim de pensarmos estarem contidos nela prerrogativas capazes de nos absolver dos nossos pecados, nos esconder deles ou mesmo acoberta-los.
Ela ficou como indicativo daquilo que obrado se torna pecado.
Através dos seus ditames ficam evidenciadas as diferenças existentes entre lícito e ilícito; entre virtudes e defeitos; verdade e mentira; bem e mal.
Nenhuma entre as mais severas censuras encontradas na Bíblia é tão incisiva quanto a que consta na carta para a morna Laodicéia, pois se auto proclamavam: "Rico e abastado estou, e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que és infeliz, sim, pobre, cego e nu"(Ap.3:17)
O apóstolo afirma que "Cristo é o fim da Lei para justiça de todo aquele que crê" (Rm.10:3) e que "O homem é justificado pela fé, independentemente das obras da Lei" mas porém "De maneira nenhuma anulamos a Lei pela fé mas, pelo contrário, pela fé a estabelecemos"(Rm.3:28,31)
A contraposição das afirmações contidas nestes e outros textos similares até soam como contradições destituídas de nexo, mas pronunciadas foram por uma entre as maiores autoridades no assunto, e que, ao dissertar sobre o tema não necessitava porem-nos em sequência ordenada, o que para nós, pessoas comuns, exige empenho para compreender.
Transparece que quando discorria sobre o assunto, esse fluía de acordo com outra situação Bíblica: Ele próprio comparecendo diante do tribunal celeste.
Ali encontram-se presentes o Pai eterno na função de juiz, o Filho como advogado, os anjos do Céu como jurados e testemunhas, a Lei como promotor de justiça, e como inquérito o registro fiel das obras do indivíduo contidas em livros designados para tal e também mencionados na Bíblia.
O primeiro passo é a citação daquele registro respectivo ao réu, acontecimento por acontecimento, sendo estes contrapostos aos preceitos todos contidos na Lei.
Observe-se aqui que, com base nas obras do homem, possui a Lei em síntese duas funções elementares: tanto o acusa como também testemunha a seu favor.
Posto um item em pauta para acareação, passa ele cuidadosamente agora por criterioso exame: As circunstâncias todas a envolve-lo em seus motivos e causas.
E aqui não se pode deixar escapar nem sequer um detalhe, por mínimo que possa parecer, sob pena de serem atribuídos a este ou justiça ou injustiça; o que sabemos ser impossível, por não ocorrer falhas nas obras de Deus e serem estas todas perfeitas.
Poderia alguém questionar não serem necessários para Deus a execução de todo esta sistemática, mas a este afirmamos que Ele não permitirá a nenhum margem para inserção de dúvidas pertinentes a absolvição ou condenação aplicados a quem por direito receba.
"O que encobre suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e as deixa alcançará misericórdia"(Pv.28:13)
A justificação pela fé é então juntada aos autos do processo.
É este momento no histórico de qualquer ato praticado em vida na terra, que será observado pela real dimensão.
Passa ele agora a ser minuciosamente investigado.
São postos sob revista absolutamente todos os casos, quer os procedentes em acordo com os ditames da Lei tanto aqueles com exercício contrário. Ambas as situações estão passivas a aprovação ou reprovação, dependendo da conclusão estimadas com base naquilo que as determinou.
Foi ao constatar esta situação contraposta aquilo que enxergou em si próprio que assustou Paulo daquela maneira, inspirando-o a escrever Romanos, especialmente seus capítulos sétimo e oitavo.
Quando Adão violou a Lei de Deus, nada mais que ele pudesse fazer o livraria de condenação. Absolutamente nada.
Suas obras todas agora passariam pelo crivo da Lei.
Foi necessária a implantação do resgate por meio da morte de Jesus para escuda-lo da espada justiceira.
Sua única saída seria o arrependimento seguido de confissão e conversão: Dor pelo erro, responsabilidade assumida pelo erro, e consequente abandono do erro.
Tal premissa é outorgada a mácula justificando-a, enquanto o Advogado se levanta em favor do culpado, substituindo-o, lavando-o, trocando a morte deste pela Sua.
Por isto se diz: "Comprados fostes por preço" (1Co.6:20)
Poderia alguém questionar não serem necessários para Deus a execução de todo esta sistemática, mas a este afirmamos que Ele não permitirá a nenhum margem para inserção de dúvidas pertinentes a absolvição ou condenação aplicados a quem por direito receba.
"O que encobre suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e as deixa alcançará misericórdia"(Pv.28:13)
A justificação pela fé é então juntada aos autos do processo.
É este momento no histórico de qualquer ato praticado em vida na terra, que será observado pela real dimensão.
Passa ele agora a ser minuciosamente investigado.
São postos sob revista absolutamente todos os casos, quer os procedentes em acordo com os ditames da Lei tanto aqueles com exercício contrário. Ambas as situações estão passivas a aprovação ou reprovação, dependendo da conclusão estimadas com base naquilo que as determinou.
Foi ao constatar esta situação contraposta aquilo que enxergou em si próprio que assustou Paulo daquela maneira, inspirando-o a escrever Romanos, especialmente seus capítulos sétimo e oitavo.
Quando Adão violou a Lei de Deus, nada mais que ele pudesse fazer o livraria de condenação. Absolutamente nada.
Suas obras todas agora passariam pelo crivo da Lei.
Foi necessária a implantação do resgate por meio da morte de Jesus para escuda-lo da espada justiceira.
Sua única saída seria o arrependimento seguido de confissão e conversão: Dor pelo erro, responsabilidade assumida pelo erro, e consequente abandono do erro.
Tal premissa é outorgada a mácula justificando-a, enquanto o Advogado se levanta em favor do culpado, substituindo-o, lavando-o, trocando a morte deste pela Sua.
Por isto se diz: "Comprados fostes por preço" (1Co.6:20)
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