Um tema Bíblico fundamental, desconhecido e ignorado por expressiva parcela da cristandade, diz respeito ao santuário existindo no céu.
Neste local efetivamente se desenvolvem ações com magnitude transcendental, dentro de um plano desenvolvido em resgate do homem pecador. Uma vez que o pecado, na sua maligna hediondez, alienou do reino eterno o seu praticante; pois o seu salário, ou as suas consequências, redundam em morte. Para a reintegração de posse daquela herança, por origem estendida a todos, uma aliança com base no salvífico sangue derramado por Jesus na cruz do Calvário foi ratificada, havendo de restaurar a ponte entre humano e divino.
Não raro se ouve explicações sobre Antiga e Nova Aliança compostos em elementos totalmente desconexos, infligindo fatais desatinos à percepção.
Alcançando-se entendimento perfeito sobre os elos que as interligam,
qualquer resquício de dúvida envolvendo a doutrina da remissão será varrido da mente, iluminando como sol ao meio dia a fé daqueles que, movidos em esperança se esforçam, desempenhando as funções que lhe compete, para adentrar ao prometido reino.
Alcançando-se entendimento perfeito sobre os elos que as interligam,
qualquer resquício de dúvida envolvendo a doutrina da remissão será varrido da mente, iluminando como sol ao meio dia a fé daqueles que, movidos em esperança se esforçam, desempenhando as funções que lhe compete, para adentrar ao prometido reino.
A isto nos ateremos, buscando nas Escrituras respostas definitivas neste sentido.
O faremos como requer toda criteriosa pesquisa bíblica: Passo a passo; ligando ponto a ponto; item a item. Conforme o procedimento que ela própria orienta ser adotado pelo estudante: "preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra: um pouco aqui,um pouco ali" (Is.28:10) É imprescindível ser esquadrinhado, detalhada e metodicamente, a atribuição do Santuário na obra de expiação dos pecados, juntando harmonicamente as competências das antiga e nova alianças.
Cerca de 3.500 anos atrás recebeu Moisés a seguinte ordem: "E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles"(Ex.25:8)
O faremos como requer toda criteriosa pesquisa bíblica: Passo a passo; ligando ponto a ponto; item a item. Conforme o procedimento que ela própria orienta ser adotado pelo estudante: "preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra: um pouco aqui,um pouco ali" (Is.28:10) É imprescindível ser esquadrinhado, detalhada e metodicamente, a atribuição do Santuário na obra de expiação dos pecados, juntando harmonicamente as competências das antiga e nova alianças.
Cerca de 3.500 anos atrás recebeu Moisés a seguinte ordem: "E me farão um santuário, para que eu possa habitar no meio deles"(Ex.25:8)
Deveria os Hebreus contribuir através de ofertas para a construção deste edifício, obtendo em retorno com isto a presença Divina morando consigo e agindo em seu favor.
O arquiteto seria o próprio Deus, apresentando a Moisés uma planta da obra, episódio relatado nestas palavras: "Segundo tudo que eu te mostrar para modelo do tabernáculo e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis. Vê, pois, que tudo faças segundo o modelo que te foi mostrado no monte."(Ex.25:9,40) Estevão, séculos mais tarde, porque nestas determinações divinas também acreditava, exemplifica o real sentido desta passagem: "O tabernáculo do testemunho estava entre nossos pais no deserto, como determinara Aquele que disse a moisés que o fizesse segundo o modelo que tinha visto"(At.7:44) Ou seja: o projeto arquitetônico levado a termo pelos Judeus, não se tratava simplesmente uma plotagem, um papel desenhado, mas sim a própria construção original, mostrada em detalhes a Moisés para então ser recriada aqui na terra.
O arquiteto seria o próprio Deus, apresentando a Moisés uma planta da obra, episódio relatado nestas palavras: "Segundo tudo que eu te mostrar para modelo do tabernáculo e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis. Vê, pois, que tudo faças segundo o modelo que te foi mostrado no monte."(Ex.25:9,40) Estevão, séculos mais tarde, porque nestas determinações divinas também acreditava, exemplifica o real sentido desta passagem: "O tabernáculo do testemunho estava entre nossos pais no deserto, como determinara Aquele que disse a moisés que o fizesse segundo o modelo que tinha visto"(At.7:44) Ou seja: o projeto arquitetônico levado a termo pelos Judeus, não se tratava simplesmente uma plotagem, um papel desenhado, mas sim a própria construção original, mostrada em detalhes a Moisés para então ser recriada aqui na terra.
Como se alguém contratasse um marceneiro e lhe intimasse: Desejo que me fabrique um móvel, e apresento-lhe como modelo a peça original.
Nesse caso passa haver dois móveis assemelhando-se: O genuíno e a cópia.
Relativamente ao tabernáculo erigido por Moisés segundo o exemplar original apresentado por Deus, resultou-se em conjunto de dois: elementos: tipo e antítipo.
Importante observar que, além da estrutura arquitetônica da construção, também todo seu mobiliário deveria ser manufaturado conforme protótipos revelados por Deus, inclusive devendo ser posto sobre cada detalhe neles meticulosa manufaturação para ficarem absolutamente idênticos.
Importante observar que, além da estrutura arquitetônica da construção, também todo seu mobiliário deveria ser manufaturado conforme protótipos revelados por Deus, inclusive devendo ser posto sobre cada detalhe neles meticulosa manufaturação para ficarem absolutamente idênticos.
Muito bem... Concluímos através dos textos recorrentes ser o santuário dos Hebreus na terra, detalhada réplica de outra construção.
E onde estaria o lugar desta primeira então? Analisemos as visões de João, vindas da parte Deus, quando exilado na Ilha de Patmos: "Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da aliança no seu santuário...Depois destas cousas olhei, e abriu-se no céu o santuário do tabernáculo do testemunho...(Ap.11:19)
O profeta, pelo fato de ser Judeu e intruido segundo o culto judaico, estava familiarizado com o templo e os rituais celebrados nele.
O profeta, pelo fato de ser Judeu e intruido segundo o culto judaico, estava familiarizado com o templo e os rituais celebrados nele.
Embora que este existindo nos dias de João não fosse mais o mesmo construído lá no deserto, preservava proporcional aparência interna.
Por isso ao serem abertos seus olhos e adentrando os céus, imediatamente reconheceu a estrutura chamando-o de "o santuário de Deus" Avistou lá objetos contidos aqui: O véu; a arca, etc.
Seria incoerência desassociar os textos citados acima. Com contundência lógica são eles apresentados na Bíblia. Evidentemente objetivando propósitos específicos; possíveis á compreensão orientada sob sequência natural no desdobramento do seu estudo.
Consideremos ainda o que pensa e fala sobre a questão, Paulo de Tarso, um dos maiores teólogos da historia: "Ora, o essencial das cousas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou a destra da Majestade nos céus; como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor erigiu, não o homem... Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu... (Hb.8:1,2 9:24)
Esse apóstolo, igualmente a João, havia sido doutrinado no culto hebraico.
Seria incoerência desassociar os textos citados acima. Com contundência lógica são eles apresentados na Bíblia. Evidentemente objetivando propósitos específicos; possíveis á compreensão orientada sob sequência natural no desdobramento do seu estudo.
Consideremos ainda o que pensa e fala sobre a questão, Paulo de Tarso, um dos maiores teólogos da historia: "Ora, o essencial das cousas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou a destra da Majestade nos céus; como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, que o Senhor erigiu, não o homem... Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu... (Hb.8:1,2 9:24)
Esse apóstolo, igualmente a João, havia sido doutrinado no culto hebraico.
Tinha pleno conhecimento dos rituais realizados no tabernáculo judeu. Mas enfatizou claramente em seus ensinos haver um templo nos Céus idêntico ao encontrado na terra, anteriormente frequentado por ele.
Agora, diante de tal conclusão, podemos dar sequência à linha do raciocínio Bíblico formulando uma indagação: Afinal, qual a necessidade de uma cópia tão exata deste edifício nos Céus?
Agora, diante de tal conclusão, podemos dar sequência à linha do raciocínio Bíblico formulando uma indagação: Afinal, qual a necessidade de uma cópia tão exata deste edifício nos Céus?
E, que relação tem ambas, com as duas Alianças e a redenção do pecador? Para responder estas perguntas precisamos de mais espaço, e para que este atigo não fique tão extenso prepararemos outro capítulo a ser publicado posteriormente em continuação.
Deus os abençoe.
Deus os abençoe.

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