O quarto reino, segundo observado por Daniel e João, particularmente difere de potências a precederem-no.
Ele cuidaria em mudar os tempos e a Lei, e a magoar, destruir, os santos de Deus.
São muitos os registros seculares e bíblicos referindo-se à perseguições pagãs empreendidas contra cristãos, porém, estimado leitor, agora... cristãos perseguindo os próprios cristãos?
Situação como essa... não transparece algo incompreensível, destituído de senso lógico; completamente desprovido de sentido? Uma disfunção cerebral torpe e abominável, em face do pressuposto adotado culminando nas barbáries cometidas e justificadas sob rótulo de serviço prestado a Deus.
Pois bem. Absurdos nestes moldes se deu no período histórico classificado como Idade Media, ou Medieval, (séculos V-XV) e, importante ser ressaltado: possibilizado a partir da ação de Constantino legalizando o até então proscrito cristianismo, unindo religião e política; fazendo, das impressões ditas evangélicas, ações estratégicas de estado. Espaço obscuro no desenvolvimento intelectual, cultural e sociológico do mundo; estagnando por completo as ciências humanas.
Toda mentoria pedagógica viabilizando libertar o povo das cadeias fabricadas em superstições, as quais estava acorrentado, era obliterada por homens atendendo interesses particulares, tratando a aspiração de disseminar raciocínio logico como heresia, julgaldo-a e condenando-a mediante jurisprudências enjambradas em motivações ambiciosas.
O imutável Evangelho de Deus sofreu alterações adequadas aos maus desígnios instigando partidários líderes eclesiásticos, desestabilizado que foi nas Suas enobrecedoras e justas atribuições.
Caiu por terra a Eterna Verdade, de acordo as predições proféticas sendo inconsequentemente corrompida na mente dos homens através de distorcida cosmovisão da fé.
Tudo começa assim:
Determinara a profecia que fatalmente aquele reino seria dividido em dez frações: Os dez dedos da estátua no sonho de Nabucodonosor, e os dez chifres da besta visualizados por Daniel e João.
O Império Romano atingiu o seu apogeu durante o século II, mas durante os dois séculos seguintes verificar-se-ia o lento declínio do domínio romano sobre os seus territórios.
Em 376, os Ostrogodos, em debanda dos Hunos, são autorizados pelo imperador romano Valente a estabelecer-se na província romana de Trácia.
O processo não decorreu de forma pacífica, e quando os administradores romanos perderam o controle da situação, os Ostrogodos deram início a uma série de pilhagens e vandalismos no território.
Valente, numa tentativa de fazer cessar a violência, foi morto em combate na batalha de Adrianópolis em Agosto de 378.
Para além da ameaça bárbara do norte, constituíram também ameaças à estabilidade as divisões internas dentro do próprio império, sobretudo dentro da Igreja Cristã.
No ano 400, os Visigodos invadem o Império do Ocidente e, embora inicialmente repelidos da Itália, em 410 invadem a cidade de Roma.
A par destes eventos, em 406 e nos três anos seguintes os Alanos, Vândalos e Suevos tomam conta do território da Gália, e em 409 atravessam os Pirineus instalando-se também na península Ibérica.
Vários outros grupos bárbaros tomam igualmente parte nas intensas migrações deste período. Os Francos, Alamanos e Burgúndios têm como destino o norte da Gália enquanto que os Anglos, Saxões e Jutos se estabelecem nas Ilhas Britânicas.
Os Hunos, liderados pelo rei Átila organizam invasões aos Balcãs em 442 e 447, à Gália em 451, e a Itália em 452.
Estes movimentos levados a cabo pelas várias tribos reorganizaram de forma dramática o mapa político e demográfico do que tinha sido o Império Romano do Ocidente.
Por volta do fim do século V a parte ocidental do império estava já dividida em pequenas unidades políticas, governadas pelas tribos que as haviam ocupado durante o início do século.
O último imperador do Ocidente, Rômulo Augusto, foi deposto em 476, evento que leva à adoção consensual desse ano como o fim do Império Romano do Ocidente. O Império Romano do Oriente, referido como Império Bizantino, depois da queda do seu correspondente ocidental mostrou pouca eficácia no controle dos territórios ocidentais perdidos.
Embora os imperadores bizantinos tenham mantido pretensões territoriais e afirmado que nenhum rei bárbaro podia ousar tornar-se imperador do Ocidente, não conseguiam de forma alguma sustentar qualquer domínio, excetuando-se a reconquista temporária da península Itálica e da periferia mediterrânea por Justiniano I.
Cumprido e esclarecido está este pormenor na profecia; porém, faltam ainda importantíssimos outros para o fechamento completo do esboço da história.
Reza a lenda, pensamento nacionalista circulante em alguns países mesmo nos dias de hoje, que Roma surgiu destinada ao comando e liderança.
250 anos antes, já percebia Constantino muito próxima a deflagração do império que passou a governar e, tentando evita-la, buscou meios de fortalece-lo a partir de um movimento nacional. A expressão cristã, à época, apesar de proscrita e tratada com extrema animosidade, mais e mais se propagava, agregando ao seu corpo crescente número de adeptos. Como age todo político sagaz, o novo imperador surfou a onda do momento. Oficializou o cristianismo elevando-o a status de autoridade, moldando-o a preceptor no controle de massas.
Talvez Constantino, nem nos seus melhores sonhos, poderia imaginar que aquela nova predisposição ideológica haveria de tornar-se em ferramenta que com destacada sutileza seu país manejaria garantindo a permanência no leme do mundo pela extensão de múltiplos seculos; inclusive com influência mais extraordinária que aquela filosofia pagã com a qual Roma nasceu e se caracterizava.
Em meio a acirradas e turbulentas disputas, discussões e debates, fundem-se paganismo e cristianismo.
Muitas doutrinas Bíblicas são, em partes, associadas ás mitologias romanistas, confeccionando um catecismo de observação compulsória, em detrimento à espontaneidade nos ditames de consciência, liberdade de culto e de expressão.
São circunstancialmente impostas á Bíblia interpretação segundo tradições, obliterada no seu norte orientador, usurpada na essência por ardilosos dogmas papais.
Impressiona a exatidao com que os quadros proféticos se comprovam meticulosamente precisos conectando cronologia e âmbito sociocultural, corroborado nos registros catalogando o curso da história.
A linguagem descritiva compondo o teor das cartas endereçadas as sete igrejas circunvizinhas, atribuida por muitos literalmente a ensinamento doutrinário remetido para uma comunidade específica, sua amplitude maior se dá pela descrição evidenciando épocas e perfil comportamental inerente. A nomenclatura dos titulos aplicados a cada uma associa contemporaneidade e fatos importantes afim de que não haja equívocos sobre a sua finalidade.
A primeira, cujo nome Éfeso significa "desejável" (Ap.2:1-7) abrange o ciclo contado á partir da acensão de Jesus, 34 ao ano 100.
A linguagem descritiva compondo o teor das cartas endereçadas as sete igrejas circunvizinhas, atribuida por muitos literalmente a ensinamento doutrinário remetido para uma comunidade específica, sua amplitude maior se dá pela descrição evidenciando épocas e perfil comportamental inerente. A nomenclatura dos titulos aplicados a cada uma associa contemporaneidade e fatos importantes afim de que não haja equívocos sobre a sua finalidade.
A primeira, cujo nome Éfeso significa "desejável" (Ap.2:1-7) abrange o ciclo contado á partir da acensão de Jesus, 34 ao ano 100.
Decurso em que terríveis perseguições se desencadearam. Ainda que havendo no seu seio certo número de detratores, a igreja, também representada no grupo dos sete selos sob símbolo de um cavalo branco, perseverou em pureza doutrinária.
Esmirna conota "mirra, ou cheiro suave". 100-323 (Ap.2:8-12) A tribulação continua rigorosa. No paralelo dos sete selos que assinala quatro períodos por efeitos de cores estampando quatro cavalos, a tonalidade vermelha correspondente à Esmirna, quando manchas de corrupção perigosamente já se se insurgem e se avolumam pavimentando o terreno para vicissitudes devastadoras. Mas num modo geral ela ainda se destaca conservando fé, perseverando em fidelidade.
Pérgamo denota "altura, ou elevação" 323-538 a.d. (Ap.2:12-17) Nesta fase da linha do tempo num sequencial de acontecimentos catalogados aplicando-lhes destaques pontuais, assentam-se os feitos de Constantino e todo entorno correspondente.
"...Tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas contra os filhos de Israel para comerem cousas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição"
A cor de tonalidade escura no cavalo designado a representar essa fase, não é uma prescrição aleatória; regra aplicada também ao primeiro cavalo, de nuance clara. Preto e branco são definidos pela interação com a luz e cor: o preto é a ausência total de luz ou absorção de todas as cores, enquanto o branco é a soma de todas as cores da luz visível. São considerados tons acromáticos (sem matiz) ou neutros, representando os extremos de luminosidade e obscuridade. Na cromática das cores o preto é o oposto do branco. Se no primeiro estágio do trajeto da igreja o espectro claro é aplicado equivalendo a genuinidade dos seus princípios de fé, agora no assombreado terceiro os valores se revertem em qualificação radicalmente contrária.
Assim se descreve historicamente a postura dos líderes da igreja neste período: Contemporização com a alta cúpula romana mascarando tradições e práticas pagãs sob estandarte de fé cristã: Imortalidade da alma; oração pelos mortos, etc.
Também a mudança do quarto Mandamento ordenando a observância do Domingo, dia dedicado para culto ao mitológico deus sol, em lugar do Sábado bíblico, entrou em vigor no ano 321.
Posteriormente, em acordo com a sequencia dos acontecimentos da historia, nos reportaremos as últimas cartas.
Posteriormente, em acordo com a sequencia dos acontecimentos da historia, nos reportaremos as últimas cartas.
Reiterando que os quatro cavalos das visões de João, associadas a abertura dos sete selos (Ap.6:1-17) igualmente às sete cartas aludem acontecimentos históricos: Guerras, perseguições religiosas, fé e apostasia; culminando com o fechamento da era do pecado, ocasionada pelo segundo advento de Cristo á terra.
No caso dos cavalos o sentido da profecia encontra-se manifesto em suas cores. Na abertura do primeiro selo vê-se um cavalo branco e seu cavaleiro tendo em mãos um arco.
Revela-se aqui a alvura espiritual da igreja no primeiro século e a rapidez com que geograficamente se expande.
O segundo, vermelho, cor do sangue cristão derramado em decorrência das múltiplas campanhas romanas expedidas contra eles, abrange segundo e terceiro séculos.
Preto era a cor do terceiro. Séculos IV e V. Época tenebrosa dentro do contexto doutrinário Bíblico.
E por fim o quarto, amarelo, cor da morte, brevemente abordado nesta série santuário.
Conforme vimos as circunstâncias todas favoreceram o surgimento do mais terrível, blasfemo e insolente de todos os poderes surgidos no meio dos homens: O papado.
Conforme vimos as circunstâncias todas favoreceram o surgimento do mais terrível, blasfemo e insolente de todos os poderes surgidos no meio dos homens: O papado.
Tema para o próximo capítulo.
Até breve.
Até breve.
Abraço a todos os nossos amigos leitores em todas as partes do mundo.

Na verdade... esses "anjos" se referem ás 4 raças principais na Terra.
ResponderExcluirEles são os "pais" dessas 4 raças... trazidas para a Terra, e nela se desenvolveram, de acordo com os padrões genéticos originais e a influência do maeio ambiente terrestre !
Na Terra foram REUNIDAS... as melhores "sementes" do Universo !
A Terra se tornou um "laboratório" para o melhoramento de todas essas raças, e uma verdadeira Escola de aprendizagem... para essas raças, tão distintas (mas, TODAS pertencendo à espécie... HUMANA).
E QUEM está por detrás disso ? Desse.... PROJETO ?
Bom... qualquer uma das raças (ou SUB-raças...) tem em comum a designação de... HUMANOS !
Que tem de IMPORTANTE, VINCULATIVO e MISTERIOSO... todas essas diferenças fisionómicas e até psicológicas... para que TUDO seja reduzido a um denominador comum ?
O PROGENITOR... de TODAS elas !
Em seu aspeto mais simples, a explicação prende-se com a DESCODIFICAÇÃO das palavras... EMANUEL e HUMANOS !
À primeira vista... "nada" têm em comum !
MAS.... se as decompusermos das suas raízes... então fica EVIDENTE !
EMANUEL... é E_MANU_EL (raíz é... MANU)
MANU... já entre os Hindus... significava o Verdadeiro e Primeiro REI da Terra. O Progenitor da Humanidade. O SENHOR da Verdade !
EMANUEL... o MANU de... BETEL (o REI, DEUS, PAI... de BETEL) a que se refere Gen 31:13
MAS... que tem, então... MANU (JESUS) a ver com os HUMANOS ?
Veja só:
HUMANOS... Hu_ MANU_s !
DESCODIFICOU ?
E isso, independentemente de pertencerem a que raça seja !
Somos, DE FATO, muito ESPECIAIS no Universo, na Criação... e na Terra !
Os homens de negócio... é que não lhes convém que isso se saiba.
SENÃO... não haveria mais guerras, miséria, armamentos, drogas, prostituição e crimes em geral !
Abraço,