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A LONGEVIDADE BÍBLICA ANTE DILUVIANA


Olá,amigos.
Abordaremos um tema, de esfera antropológica, que desde há muito tempo suscita discussões: A longa extensão da idade antediluviana.
Não faremos menções nem uso de referenciais científicos, históricos; teológicos prós e contra; nem teses e postulações de classe ou fonte alguma; especulando conceitos exóticos com o fim de fomentar debates. O que propomos é apresentar citações bíblicas concernidas ao assunto, sem proselitismo, tão somente se atendo a ela como manancial de informações.
Cabe ao leitor formar sua conclusão, pois na verdade ninguém jamais conseguiu juntar elementos plenamente aptos para contestar com comprobatoriedade o relato escriturístico, ainda que imputado à homologação sem certificado.
Para toda ideia resultante de pesquisas empreendidas na busca de entendimento sobre o passado na terra, existe brechas susceptíveis a refutação, impossibilitando um consenso nesse âmbito.
Ora, se não dispomos recursos para elucidar nossos remotos idos sem conceder a margem da contraposição dos "ses" e "poréns", também são inválidas todas as sentenças dirigidas a Bíblia como fonte indigna de prestígio ou crédito.
Mas o que pode ser extraido nela servindo de norte esclarecendo a forma como ocorreu o radical encurtamento dos dias no homem, se por ventura este já desfrutou longevidade com envergadura remontando séculos?
Teria usado Deus alguma fórmula sobrenatural para efetivar tão peremptória mudança?
Recorramos então aos preceitos canônicos à procura de luz nesse sentido.

Deus não criou imortal o primeiro humano, contrário a interpretação por muitos dada ao caso. 
Quando o gerou, fez no intuito que vivesse para sempre, porém, condicionado a determinadas causalidades. "Então formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra, e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida e o homem passou a ser alma vivente" (Gn.2:7)
Observem o detalhe na sentença: Ela diz que este passou "ser" uma alma vivente, e não simplesmente que passou a "ter" uma alma vivente.
Após sua confecção a partir do pó da terra, dado sugestivo, levando-se em consideração os elementos químicos presentes na sua conjuntura orgânica, seguiu-se da parte de Deus a seguinte determinação: "De todas as árvores do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal (localizada no meio do jardim) não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás" (Gn.2:16,17)
Com base na sintaxe dessa declaração estipulando direitos e deveres, entendemos que a permanência da vida nele estava condicionada a sua própria postura.
Pois bem... Conforme  relatado, interveio o pecado, e aquela sentença, a princípio um apelo à conscientização, realmente se confirmou. 
Colocou-se o homem numa condição passível a expedição da pena, e  Deus então lhe expulsou daquele local perfeito. "...Assim, para que não estenda a mão, e tome também da árvore da vida, e coma, e viva eternamente, o Senhor Deus, por isso, o lançou para fora do jardim do Éden" (Gn.3:22,23)

Ainda antes desse acontecimento havia Deus lhe estabelecido um cardápio especificado com base em frutas e sementes, uma vez que até mesmo a sua anatomia foi por inteiro adaptada para tal. Não possui garras, presas caninas, etc, características comuns e imprescindíveis aos carnívoros. "E disse Deus: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra, e todas as árvores em que há fruto que dê semente;
isso vos será para mantimento" (Gn.1:29) Peculiar dieta estendia-se também aos animais lá residindo "E a todos os animais da terra e a todas as aves dos céus e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva verde lhes será para mantimento" (Gn.1:30)
Percebam que, indistintamente, todas as criaturas continham os mesmos hábitos alimentares, estritamente frugíveros.
Após o banimento do jardim, acrescenta-lhe Deus na alimentação a "erva do campo" (Gn.3:18) clara alusão aos mantimentos preparados através de fogo; elemento consumidor, sinônimo da extinção, ausente nas necessidades até aqui.    
Esse regramento no regime dietético perduraria cerca de 1650 anos, até o dilúvio, sob a mesma a expectativa de vida elevada, que embora não mencionado, estendia-se também aos animais.

"Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra, e que era continuamente mau todo desígnio de seu coração"(Gn.6:5) 
Depreende-se, nos cinco primeiros capítulos impressos no livro de Gênesis, que obstante as perfeitas condições daquele ecossistema atendendo pormenorizadamente qualquer necessidade ao desempenho da vida em total plenitude, duas classes de pensamentos se desenvolve ali: uma, harmonizando-se em compatibilidade com aquele cenário, e outra completamente enviesada a ele. Leiamos.
"Lameque tomou para si duas esposas..." (Gn.4:19) Na relação afetiva entre homem e mulher, segundo determinação divina, se faz obrigatório seja ela de ordem monogâmica. Vê-se já aqui, nos primórdios da humanidade, a bigamia  inserida como parte de uma diabólica cultura androcentrista, sugestionando ao macho alfa direitos de possuir duas mulheres enquanto a mulher, caso flagrada relacionando-se com dois homens, era imediatamente condenada e sentenciada ao apedrejamento. A lei da monogamia, por Deus irrevogavelmente estabelecida, vale para ambos na mesmíssima proporção, exatamente porque no âmbito masculino e feminino os dois sexos tem rigorosamente o mesmo grau de valor e importância.           

"...o nome de seu irmão era Jubal: este foi o pai de todos os que tocam harpa e flauta" (Gn. 4:21) A música existe no céu desde sempre. Porém o contexto em que este versículo está colocado demonstra a manufatura e aplicação de instrumentos musicais produzindo efeitos direcionados à orgias e entretenimentos promíscuos e desencaminhadores, dadas as exigências requerendo conduta equilibrada e perfeitamente sadia. Considere-se grande parte das canções populares, compostas em letras de apologia ao adultério, a violência e as bebedices; entre demais outros procedimentos rebaixando a excelência da integridade, da honradez, da dignidade nos seres vivos.                           
 "Zilá, por sua vez, deu à luz a Tubalcaim, artífice de todo instrumento cortante, de bronze e de ferro" ( Gn.4:22)                                                Ao homem após sua expulsão do Éden coube-lhe a necessidade de lavrar a terra para obter o sustento; e nisso havia necessidade de ferramentas adequadas. Passaram estas então serem forjadas em metal. Mas, armas foram juntamente confeccionadas; aplicadas ao uso da força bruta viabilizando subjugação de terceiros, disseminando violência e estabelecendo a lei do mais forte numa sociedade planejada para ser harmônica e igualitária. Muitos, que a si mesmo se intitulam conscienciosos e plenamente virtuosos cidadãos do bem, ousam aplicar ao armamentismo o simplório dispositivo voltando-se a autodefesa. Porém, armas não são nada menos que um símbolo de morte, e na morte não há mínima honra, uma vez que nela se caracteriza a hediondez do pecado.       

"...matei um homem porque ele me feriu: e um rapaz porque porque me pisou. Sete vezes se tomará vingança de Caim. De Lameque, porém, setenta vezes sete"  (Gn.4:24)   Caim, por inveja, assassinou seu próprio irmão, e o Senhor ordenou que não se procedesse represália contra ele pois haveria de tomar as providências cabíveis. "A justiça é minha", ele diz. Qualquer que assim o fizesse, perante a lei do céu incorreria em transgressão sete vezes mais agravada. Nas palavras de Lameque manifesta-se o mesmo espírito de desdém para com a jurisprudência divina alimentado até aos dias de hoje, em pleno acordo ao que escreve Salomão:  "Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal." (Ec.8:11)  Em franca rebelião, desafiam o céu; tripudiam a lei de Deus chamando-na obsoleta, ineficaz e contraditória, por isso prosseguem  permanecentes em insidiosa contravenção.                   
"Ada deu à luz a Jabal: este foi o pai dos que habitam em tendas e possuem gado." (Gn.4:20) A sociedade humana originalmente deveria ser irmanada, fraterna; um bloco igualitário, com bens comuns a todos. Logo, em oposição aos sagrados princípios, os homens começaram se organizar em clãs e castas, buscando robustecer grupos e demarcar territórios escriturando-os como propriedade particular de usufruto destinado  exclusivamente a quem lhes detinha a posse. Fronteiras passaram ser traçadas e as guerras por predomínio se deflagraram.                      O Senhor havia convertido o planeta num extenso pomar, sortido de toda espécie que hoje conhecemos, e eram estas o sustento planejado aos homens. Mas eles se inclinaram a atividade agropecuária estabelecendo um cardápio discrepante, à base de carne de animais mortos, nutrindo-se através da ação que desencadeia resultado oposto à transcendência que propicia a vida. Começaram a chacinar animais, cohabitantes do planeta, afim de devorar-lhes o corpo, inclusive arrebanhando-os sob este fim. Arrogaram para si o direito de extirpar a existência que eles próprios não tinham poder de dar, numa configuração antagônica à empatia que sentimentos afetivos profundos produz. Muitos, em completo e absoluto desconhecimento da palavra de Deus, consomem produtos càrneos enquanto acreditam tenha Deus criado os irracionais para servir de comida. Tomam isto sem saber apontar onde se acha escrito tal comprovação. Ou porque nunca procuraram compreender a verdade, ou mesmo por haver escutado outro ignorante sugestionando essa infame aberração. No entanto, os mais cruéis e ordinários são aqueles que, atendendo espírito felino e selvagem dentro em si, não conseguindo conter instintos animalescos a lhes inflamar os desejos, usam distorcidamente versículos das Escrituras afim de justificar e disfarçar sua perversidade. Nestes a maldade substancia-lhes o caráter. São feitos assim. Quando agridem; ferem; ofendem; matam; o fazem não em decorrência de alguma circunstância involuntária. Fazem porque o são assim. Sua natureza é assim. Seu comportamento nesse sentido é a expressão daquilo que os move, daquilo que pretendem, daquilo que apreciam, daquilo amam.

Devido a situação social detalhada acima, aplica Deus a seguinte resolução para solucionar este problema: "...Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens: eis que os farei perecer juntamente com a terra" (Gn.6:13)
Caberia a Noé dar continuidade no projeto divino de povoação da terra, porém aparece aqui uma primeira citação bíblica referindo-se a preocupação de Deus concernente ao número dos dias vivenciados: "O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos" (Gn.6:3)

Imediatamente após ao dilúvio, surge uma terceira determinação de Deus sobre o cardápio humano, alterando-o agora para um regime carnívoro "Tudo o que se move, e vive, ser-vos-a para alimento; como vos dei a erva verde, tudo vos dou agora"(Gn.9:3) 
Também nesse momento foi instalada a cadeia alimentar, perpassada aos irracionais (Gn.9:2) Até a chegada do dilúvio, quando adentraram a arca construída por Noé,  permanecendo nela por cerca de cinco meses, conviviam em completa harmonia. Após desembarcarem dela, haveriam de tornar-se em inimigos letais, devorando-se uns aos outros. E a razão disso, além de muito simples, é também inteligente em extremo: o necessário controle das espécies, preservando um número sustentável em proporcionalidade a capacidade do planeta na produção de recursos.    O deprimente nesse quadro é a total incompreensão que se tem sobre ele, instigando as mais deletérias percepções. Por exemplo: quando visualiza-se a luta entre um leão e uma corsa, e a maneira cruel com que ele ceifa-lhe a vida, por consequência tende-se aplicar como razão lógica para essa atmosfera de barbarismo, ação decorrente de uma ordem natural, qual tivessem sido mesmo criados com este objetivo. Atribuímos o termo "consequência" aliando-o à referência da conclusão formada, porque de fato o qualificativo dessa opinião é intrínseco ao espírito deste que a formulou. Essa espécie visão de mundo reflete o íntimo predador dessa pessoa. Ninguém constituído de âmago sensível, sendo por ele regido, normalizaria o sofrimento.                                                                  Se julgarmos os horrores ilustrados no quadro acima, atribuindo-os à agentes espontâneos, segue-se que Deus se compraz nesse tipo de panorama, uma vez que foi ele próprio quem os criou; e sendo assim, por uma razão lógica não se incomoda que homens exerçam sua força maior e imolem seres inferiores satisfazendo seu apetite pervertido, sem regras, muito menos piedade. "Até quando lamentará a terra, e se secará a erva de todo o campo? Pela maldade dos que habitam nela, perecem os animais e as aves" (Jr.12:4) ""Por isso a terra se lamenta, e todo o que nela mora desfalece, juntamente com os animais do campo e com as aves do céu; e até os peixes do mar perecem" (Os.4:3)
"Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora" (Rm.8:22)
Caso o planeta tivesse permanecido sob regência divina esse controle do número de indivíduos não aconteceria por meio da dor e do sofrimento.                                                                  A bem da verdade a morte que o homem conscientemente acarretou não se restringiu exclusivamente a ele. Atingiu também os demais seres na terra.  Estes pagam uma conta que não devem; que não é sua.

Essa morte terrena, ainda que estigmatizante e de efeitos que infligem padecimento intenso e cruciante desolação, também pode ser considerada uma providência divina evidenciando ilimitada sabedoria, e porque não dizer, misericórdia incomensurável. Se no decurso de cento e vinte anos um homem pode obrar ilícitos, muitos deles de alcance devastador, acumulando extensa lista de pecados, imagine perdurasse ele no transcurso de um milênio? Por essa razão o Senhor lhe abreviou os dias. E que ação, segundo as Escrituras, tomou para efetivar tal deliberação?

Vamos listar dez nomes respectivos a dez gerações anteriores ao dilúvio, e dez subsequentes, e fazer uma comparação de ambas usando os anos vividos por cada patriarca.

1) Adão 930 anos (Gn.5: 5)                                 
2) Sete 912 anos (Gn.5:8)
3) Enos 905 anos (Gn.5:11)                              
4) Cainã 910 anos (Gn.5:14) 
5) Maolelel 895 anos (Gn.5:17)                             
6) Jerede 962 anos (Gn.5:20) 
7) Enoque 365 anos (Gn.5:23)                            
8) Matusalém 969 anos (Gn.5:27) 
9) Lameque 777 anos (Gn.5:31)                          
10) Noé 950 anos (Gn.9:29)

1) Sem 600 anos 
(Gn.11:11)
2) Arfaxade 438 anos (Gn. 11:13)
3) Selá 433 anos                
(Gn.11:15)
4) Éber 464 anos 
(Gn.11:17)
5) Pelegue 239 anos
(Gn.11:19)
6) Reú 339 anos
(Gn.11:21)
7) Serugue 230 anos
(Gn.11:23)
8) Naor 148 anos 
(Gn.11:35)
9) Terá 205 anos
(Gn.11: 32)
10) Abraão 175 anos
(Gn. 25:7)
Observe-se que a oitava geração de Adão foi a mais longeva, ao passo que a oitava geração de Noé, a mais curta delas.

Muitos pseudoeruditos atribuem às causas desta drástica redução de anos vividos pelos patriarcas, efeito em razão das mudanças climáticas ocorridas apos o dilúvio, sem haver no entanto base bíblica que apoie tal sugestão.  Interessante ser observado que cerca de
900 anos após a mudança de hábito alimentar, o que equivale a idade de um personagem antediluviano, a palavra de Deus efetiva sua predição: "Tinha Moisés a idade de cento e vinte anos quando morreu"(Dt.34:7)

Portanto, amigos, com isenção de viés ideológico; sem conjecturas nem arbítrio pessoal atendendo um senso comum, estas são  explicações contidas nas Escrituras.
Talvez algum contencioso as refute, inclusive alegando que se as coisas fossem assim, um vegano teria existência prolongada. Mas o modo técnico científico sobre a intervenção na estrutura molecular operada alí, não é possível precisar. Houve alguma alteração nos códigos genéticos ou na ação bioquímica, algo nessa linha, que acarretou a obstrução na renovação celular; antecipando a velhice e potencializando o enfraquecimento do corpo. Se algum pesquisador conseguir desvendar o que Deus ajustou na maquinaria do físico cumprindo o propósito dissertado acima, com certeza terá encontrado a lendária "fonte da juventude". Conforme frisado, a perpetuidade da existência acha-se ligada à participação na árvore da vida, inclusive com função nominada a servir de remédio e cura para os povos.  
Muitos nem mesmo consegue crer ter havido homens com mil anos... Muito menos homens eternos!  E por isto não se dedicam a pesquisar...
Nem pensar. Nem refletir.





























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