A CIÊNCIA NA BÍBLIA
Numa onda de exponencial crescimento, o ateísmo fundamenta-se na rejeição aos escritos bíblicos, destilando preconceito bafejado em pareceres de matriz positivista. Atribuem os ateus exiguidade à Bíblia, ainda que diante de irrefutáveis evidências corroboradas pelo assento das mais variadas instâncias acadêmicas. Para estes, o Livro Sagrado é peça literária de qualidade inferior e, portanto, destituído de validade e aplicabilidade didático/pedagógica, não recomendando-o nesse sentido. Tese infundamentada, a ser desmistificada neste artigo por meio da apresentação de textos com teor voltado ao ramo da genuína ciência. Quando confrontação com incontestabilidade produz impacto negativo sobre o âmago, pouca esperança resta para essa pessoa. Sua mente já foi corrompida pelo preciosismo glorificando-o árbitro supremo do saber.
Obviamente que se faz imprescindível reconhecermos a realidade das múltiplas estultices desenvolvidas sob justificativas e motivações supostas serem identitárias à circunspecção bíblica. Dogmatismos; ortodoxias; ideários infundamentados; formulam correntes fideístas, que submetidas ao crivo do evangelho se pulverizam instantaneamente. Inclusive, estas, vergonhosamente sendo instrumentalizadas com o fim de angariar patrimônios e dividendos políticos. Isso é inegável! Mas também urge que se verse a cenário pela sua integralidade. Simplesmente generaliza-lo, designando pejorativamente a todos o epíteto de "farinha do mesmo saco", sem haver antes considerações mais profundas, manifesta espírito em nada mais excelente que o próprio ignorante seguimento fanático escandalizador da palavra de Deus. O que de fato acontece? Por meio do mote da facinação, o pensamento crítico é sufocado. Ideologias aclamando prosperidade;
Numa onda de exponencial crescimento, o ateísmo fundamenta-se na rejeição aos escritos bíblicos, destilando preconceito bafejado em pareceres de matriz positivista. Atribuem os ateus exiguidade à Bíblia, ainda que diante de irrefutáveis evidências corroboradas pelo assento das mais variadas instâncias acadêmicas. Para estes, o Livro Sagrado é peça literária de qualidade inferior e, portanto, destituído de validade e aplicabilidade didático/pedagógica, não recomendando-o nesse sentido. Tese infundamentada, a ser desmistificada neste artigo por meio da apresentação de textos com teor voltado ao ramo da genuína ciência. Quando confrontação com incontestabilidade produz impacto negativo sobre o âmago, pouca esperança resta para essa pessoa. Sua mente já foi corrompida pelo preciosismo glorificando-o árbitro supremo do saber.
Obviamente que se faz imprescindível reconhecermos a realidade das múltiplas estultices desenvolvidas sob justificativas e motivações supostas serem identitárias à circunspecção bíblica. Dogmatismos; ortodoxias; ideários infundamentados; formulam correntes fideístas, que submetidas ao crivo do evangelho se pulverizam instantaneamente. Inclusive, estas, vergonhosamente sendo instrumentalizadas com o fim de angariar patrimônios e dividendos políticos. Isso é inegável! Mas também urge que se verse a cenário pela sua integralidade. Simplesmente generaliza-lo, designando pejorativamente a todos o epíteto de "farinha do mesmo saco", sem haver antes considerações mais profundas, manifesta espírito em nada mais excelente que o próprio ignorante seguimento fanático escandalizador da palavra de Deus. O que de fato acontece? Por meio do mote da facinação, o pensamento crítico é sufocado. Ideologias aclamando prosperidade;
glossolalia, -pronúncia estática com sons inarticulados- ou xenoglassia, suposta fala de línguas não nacionais e não aprendidas; sinais e prodígios de fonte não autenticamente comprovada; cultos entusiásticos em apelação à sensorialidade, etc, etc, etc. são chamarizes sublimados à elevada competência de dispensar profunda auto análise e meticulosa inquirição, elementos indispensáveis na configuração do indivíduo equilibrado, racional e sapiente. Se conceitua, como qualificativo plausível a evidenciar um seguidor de Jesus, o registro do nome no hall de membros da uma instituição eclesiástica; sem a responsabilidade exigida pela causa envolvendo os extraordinários componentes do evangelho.
Mediante fenômenos sem consistência então se prolifera um pseudo cristianismo, destituído principalmente de erudição, mas também falto de elucubração e propósitos não passíveis a suspeitas ruins. Contudo, tais obscenidades sistemáticas não legitimam aplicação das Escrituras como cerne deste caos mental. Conforme citado acima, dois fatores são sua causa primária: apedeutimismo e obscurantismo de um lado, e do outro, argúcia e engenhosidade.
O nexo escriturístico desencadeia-se transcrevendo a pessoa de Deus e essência correspondente; Seu governo e o alcance deste; Sua posição e ações equivalentes. O relato também define a pessoa do homem e substância; seu estado espiritual e consequências, e suas necessidades perante esse quadro geral. Narra a história, desde o aparecimento humano na terra, até a consumação dos séculos e o porvir de um novo estado de coisas.
Com fascinante estilo de escrita, engloba a complexa intrinsecidade entre homem, Criador e céu; bem e mal; amor e ódio. Uma conjunção de entes individuais interligando-se em peculiaridade inerentes. Frente a tão imponente estrutura, não percebemos nela destaque, ou objetivo central, inclinando-se explicar pelo âmbito técnico a existência de Deus, Sua procedência e modos conduzindo-O à capacitação de criar o universo. Este definitivamente não é o intuito fundamental da Bíblia. Ela se atém aos princípios da fé. Muito embora conhecimento e devoção sejam arcadias peremptoriamente inseparáveis, pois crenças não alicerçadas em pavimento rochoso, como ensinou Jesus, é tão instável quanto, a erudição só tem virtude se agregar valores internos. Vamos usar um exemplo prático, hipoteticamente, para esclarecer a sentença. Foram despendidas milhares e milhares de horas de estudos, pesquisas, experimentos, na intenção de fazer com que o avião voasse. Este é um veículo de utilidade sem precedentes num plano que almeja alcance do bem estar. Quando o propósito é atingido: o avião decolou com segurança, conforto e agilidade; o que acontece então: carregaram-no com bombas afim de lança-las ceifando vidas em quantidades aterradoras. Vidas estas que deveriam ser beneficiadas por todo esse empenho. Na perspectiva divina relativamente à sapiência, é que esta venha de encontro às necessidades prioritárias do homem. E nisto, qualquer excedente não definitivamente aplicável dentro do círculo idealizado pelo esboço da redenção, para Deus não possui significância. Aos homens, muito mais pela questão do ego que propriamente pela carência, elucidar fatos além da sua alçada é um desejo agonizante. Governos gastam bilhões e bilhões objetivando alcançar outros planetas, enquanto este, local em que eles mesmos residem, definha a cada dia por escassez de recursos a serem aplicados na sua restauração. Aí fica o questionamento, sugestionando ao amigo leitor a sua avaliação: o conhecimento, para além da demanda fundamental, agrega valor verdadeiramente aproveitável? "Por isso, eu me dediquei a compreender a sabedoria, bem como a loucura e a insensatez, mas aprendi que isso também é correr atrás do vento. Pois, quanto maior a sabedoria, maior o sofrimento; quanto maior o conhecimento, maior a frustração" (Ec.1:17) Devemos por isso estagnar no volume da instrução? De forma alguma! O saber edifica, qualifica, engrandece. Mas desde que voltado, principalmente, à depuração do pensamento.
"As cousas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus; porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre" (Dt.29:29)
A fecunda e genuína ciência, exercida positivamente por notórias celebridades, dentre as quais figuram Galilei, Newton e Einstein, rendeu frutos de aplicação positiva em inúmeros campos, uma vez que estes gênios não se rendiam desconsiderar toda e qualquer probabilidade, circunstância e mostras; muitas destas, inclusive, novas ou contrapondo-se ao avanço, opinião e teorias formadas até então. Em apreço e valoração à realidade dos fatos, retrocediam em seu parecer reenfocando o assunto agora em apanhado contextual. Eis um elemento contribuinte em carreiras de proeminência contada entre os grandes da historia humana.
Em reforço ao mencionado acima, reiteramos não ser de total interesse da Bíblia priorizar outra função que não os elementos da fé com sua natureza e aplicabilidade.Todo registro relacionado ao campo da ciência abstém-se de explicações mais pontuais; no entanto, revelando-se não alheia de todo à realidade dos elementos presentes na bioquímica construção do universo. Afinal, não é o próprio Deus mentor e autor de ambos?
Em reforço ao mencionado acima, reiteramos não ser de total interesse da Bíblia priorizar outra função que não os elementos da fé com sua natureza e aplicabilidade.Todo registro relacionado ao campo da ciência abstém-se de explicações mais pontuais; no entanto, revelando-se não alheia de todo à realidade dos elementos presentes na bioquímica construção do universo. Afinal, não é o próprio Deus mentor e autor de ambos?
Levantamentos geológicos confirmam uma era glacial no planeta, mencionada no relato bíblico da criação, ainda que não em linguagem explícita. Eis um estupendo método retórico de se exprimir. Por entrelinhas, tacitamente, fatos são apontados de modo que seu escrutínio se dê por meio de diligente critério avaliativo, alcançado-se deslindamento através da compreensão da lógica neles. Inclusive, método pedagógico bastante usado por Jesus, quando grande parte dos Seus ensinos eram elaborados descritos sob metáforas, parábolas e simbolismo.
Nessa regra gramatical a era congelada da terra é aludida nos seguintes parâmetros.
"No princípio criou Deus os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o espírito de Deus pairava sobre as águas" (Gn.1:1,2)
Dissemos que o manuscrito sagrado pretende forçar o raciocínio. Obrigando o leitor a pensar, exercitando sua capacidade do discernir consolidado no insofismável constitutivo das obviedades. Vamos entender as sugestões do texto em acordo aos meios científicos para encontro de compreensão.
No parâmetro temporal, o surgimento do planeta é instalado na linha do tempo sob a expressão gramatical "no princípio", ou seja: em uma dimensão sem data fixada. "Em tempos remotos lançaste os fundamentos da terra" (Sl.102:25) Isto pode ter sido há bilhões, quintilhões, sextilhões de anos. Usa-se a técnica do carbono 14 para determinar a idade de materiais orgânicos com até 57.00 anos. Esta baseia-se no decaimento radioativo desse isótopo após a morte do organismo, com uma meia vida de aproximadamente 5.730 anos, o que torna-se uma ferramenta de grande valor na arqueologia e geologia. Por essa metodologia estima-se que a idade da terra remonte 4,5 bilhões de anos, o que é bastante plausível, considerando-se a expressão bíblica. A crônica também destaca o cenário do planeta no seu pós nascimento, descrevendo-o "sem forma e vazio", e imerso em total "escuridão". Convém lembrar que o sol foi alocado irradiando luz sobre a terra apenas no quarto dia entre os seis da criação, e distante de algum emissor de calor a temperatura média do universo é extremamente baixa, situando-se em torno de -270,45⁰C
(ou 2,7 Kelvin), conhecida como a radiação cósmica de fundo. Esse valor representa o calor residual do Big Bang que preenche todo o espaço, ficando apenas ligeiramente acima do zero absoluto (-273,15⁰C) "havia trevas sobre o abismo, e o espírito de Deus pairava sobre as águas" Por dedução lógica, estas "águas", sobre o "abismo", um ambiente inóspito, absurdamente frio, achava-se em estado sólido; quer dizer: congelada. Eis a era glacial da geologia moderna.
Outra discrepância, neste termo atribuída por doutos sem mínimo conhecimento de causa, encontra-se na narração dos eventos em continuidade à criação do planeta: "E disse Deus: haja luz; e houve luz.
E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas" (Gn.1: 3,4) Contestam a menção da luz no primeiro dia criativo, em face de haver sido inaugurado o brilho do sol somente três dias após. Na verdade esse detalhe demanda apurada sindicância. A que luminosidade refere-se o texto implícito? Como já admoestamos, a finalidade dessa publicação não contempla o arrebanhamento de prosélitos, mas sim um enunciado pretendendo dissecar passagens incompreendidas; por isso buscaremos uma explicação de ordem hermenêutica para este suposto paradoxo, valendo-se de citações constantes nas próprias Escrituras. Deus habita numa cidade, onde também se encontra assentado o Seu trono monárquico. Esta, posiciona-se em algum ponto do universo ou fora dele, afinal não se pode negar ou provar a existência dos multi versos, e é ela constituída em indescritível fulgor. "E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro.
E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus,
a qual tinha a glória de Deus. A sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como a pedra de jaspe, como o cristal resplandecente" (Ap. 21:9-11) As dimensões desta metrópole são gigantescas, um quadrado atingindo 2.200 quilômetros de perímetro com linhas adjacentes medindo 500 quilômetros cada. Se na restauração de todas as coisas, no fim dos tempos, é ela deslocada próximo à terra, o que impede pensarmos não tenha acontecido isto também na criação, gerando a polêmica luz destacada acima?
"Disse também Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca" (Gn.1:9)
Este é outro tópico interessante ser ressaltado. Concomitantemente, geologia e escritos sagrados sustentam tenha sido o planeta formado em um único bloco, com duas superfícies: porção seca e água. Houve sim posterior divisão em continentes, conforme dados extraídos de estudos sobre placas tectônicas, culminando na geografia atual. É possível encontrar na Bíblia, cronistoria alusiva à questão? A resposta é sim! No relato dos eventos cataclísmicos ocorrendo no dilúvio. "No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo,(fontes subterrâneas) e as janelas dos céus se abriram" Estes eventos promoveram grandes transformações no planeta, surgindo os cânions, as ilhas, as cordilheiras, etc.
(Gn.7:11) Há, -ignorante ou intencionalmente má- pusilânime teoria contrapondo-se ao dilúvio cobrindo a área da terra como versão improcedente, uma vez que volumes necessários
para transpor picos com altura do Everest são inconcebíveis, dadas as dimensões do planeta.
Mas desconsideram o fato descrito nas Escrituras precisando a crosta terrestre até então topograficamente plana. "Elevaram-se os montes, desceram os vales, até ao lugar que lhes havia preparado" (Sl.104:8) Depois desse mega sucedido a paisagem se transformou totalmente, em todos os aspectos. Também é preciso se relevado outro ângulo de visão. Hoje, decorridos milênios de sondagens e exames, já dispondo-se de aparatos tecnológicos auxiliando nas comprovações, compreendemos melhor o solo que nos sustenta e as comoções da natureza influenciando para tornar-lo naquilo que é. O autor do livro de Genesis não dispunha nada disso. Registrava as palavras com base na inspiração do pensamento. Exigir dele termos técnicos, ainda que não prioridade divina, transparece desarrazoabilidade, em vista das implicações previstas acima.
"Ele estende o norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada" (Jó 26:7) O livro de Jó foi escrito a mais de 3.500 anos. Apenas em 1684, EC. Isaac Newton confirmou a sua descoberta sobre as leis da gravidade, afirmando estar a terra suspensa sobre o vazio. Antigas teorias de famosos matemáticos pretendiam, entre outras, lançar à terra presa num eixo de sustentação.
"Da terra procede o pão, mas em baixo é revolvida como por fogo" (Jó 28:5)
Nos dias em que este livro foi escrito, inexistia as pesquisas subterrâneas, que estudam o núcleo da terra. No entanto, pelo espírito de profecia o magma já havia sido identificado.
"...quando regulou o peso do vento" (Jó 28:25)
Hoje sabe-se que o ar, quando comprimido, produz peso em equivalência, porém para a época isto seria impossível ser calculado.
"Tu (Deus) estendes o céu como uma cortina" (Sl.104:2)
Clara e indiscutível alusão á camada de ozônio, qual véu estendido sobre o planeta o protege filtrando os raios ultra violeta emanados da luz solar.
"...Ele passeia pela abóbada do céu" (Jó 22:14)
Referência ao formato esférico da terra, em um período onde se afirmava ser a terra quadrada, plana, entre outras teorias.
"Os carros passam furiosamente pelas ruas, e se cruzam velozes pelas praças; parecem tochas, correm como relâmpago" (Naum 2:4)
O profeta Naum descreve esta cena, confirmada 2.400 anos depois, num período em que o mais futurista dos inventores nem poderia imaginar tal situação.
"Se puseres o teu ninho entre as estrelas, Eu de lá te derrubarei, diz o Senhor" (Obadias 4)
Referência as atuais estações orbitais, criadas pelo homem disfarçadamente sob o propósito de pesquisas siderais, mas que em caso de o ar tornar-se insalubre na terra, encontre-se abrigo lá.
"Ainda ele (Deus) não tinha feito a terra, nem as amplidões, nem sequer o princípio do pó do mundo"(Pr.8:26)
São várias as prospecções sobre como o planeta se formou. Uma destas conclui o planeta resultado de junção de poeira cósmica.
"Para que o pó se transforme em massa sólida e os torrões se apeguem uns aos outros" (Jó:38:38)
Os antigos gregos acreditavam que a matéria seria infinita. Por exemplo: partindo-se um cabo de vassoura este se em dois pedaços, e os partindo- os novamente e assim consecutivamente, jamais se chegaria ao fim desta divisão. Ao efetivar Einstein sua descoberta relativa ao átomo, chegou-se a conclusão que a matéria se constitui em "pó que se transforma em massa sólida" conforme predito na Bíblia 4.000 anos atrás.
Assim sendo, expomos a alguns textos da Bíblia para serem analisados por alguns antes de falar a respeito de algo sem dispor certo conhecimento daquilo. Recomendamos o famoso livro "E a Bíblia Tinha Razão" (Und die Bibel hat doch recht) do jornalista e escritor alemão Werner Keller.
"Da terra procede o pão, mas em baixo é revolvida como por fogo" (Jó 28:5)
Nos dias em que este livro foi escrito, inexistia as pesquisas subterrâneas, que estudam o núcleo da terra. No entanto, pelo espírito de profecia o magma já havia sido identificado.
"...quando regulou o peso do vento" (Jó 28:25)
Hoje sabe-se que o ar, quando comprimido, produz peso em equivalência, porém para a época isto seria impossível ser calculado.
"Tu (Deus) estendes o céu como uma cortina" (Sl.104:2)
Clara e indiscutível alusão á camada de ozônio, qual véu estendido sobre o planeta o protege filtrando os raios ultra violeta emanados da luz solar.
"...Ele passeia pela abóbada do céu" (Jó 22:14)
Referência ao formato esférico da terra, em um período onde se afirmava ser a terra quadrada, plana, entre outras teorias.
"Os carros passam furiosamente pelas ruas, e se cruzam velozes pelas praças; parecem tochas, correm como relâmpago" (Naum 2:4)
O profeta Naum descreve esta cena, confirmada 2.400 anos depois, num período em que o mais futurista dos inventores nem poderia imaginar tal situação.
"Se puseres o teu ninho entre as estrelas, Eu de lá te derrubarei, diz o Senhor" (Obadias 4)
Referência as atuais estações orbitais, criadas pelo homem disfarçadamente sob o propósito de pesquisas siderais, mas que em caso de o ar tornar-se insalubre na terra, encontre-se abrigo lá.
"Ainda ele (Deus) não tinha feito a terra, nem as amplidões, nem sequer o princípio do pó do mundo"(Pr.8:26)
São várias as prospecções sobre como o planeta se formou. Uma destas conclui o planeta resultado de junção de poeira cósmica.
"Para que o pó se transforme em massa sólida e os torrões se apeguem uns aos outros" (Jó:38:38)
Os antigos gregos acreditavam que a matéria seria infinita. Por exemplo: partindo-se um cabo de vassoura este se em dois pedaços, e os partindo- os novamente e assim consecutivamente, jamais se chegaria ao fim desta divisão. Ao efetivar Einstein sua descoberta relativa ao átomo, chegou-se a conclusão que a matéria se constitui em "pó que se transforma em massa sólida" conforme predito na Bíblia 4.000 anos atrás.
Assim sendo, expomos a alguns textos da Bíblia para serem analisados por alguns antes de falar a respeito de algo sem dispor certo conhecimento daquilo. Recomendamos o famoso livro "E a Bíblia Tinha Razão" (Und die Bibel hat doch recht) do jornalista e escritor alemão Werner Keller.
Deus vos abençoe!!!
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